Escarnio e maldade

Maldito es, primata sacripanta

Mesmo andando sobre duas patas

A alma é um artrópode fétido

Espalhando veneno no bem.

 

Minha dor não faz tua felicidade

Sorrindo à completa maldade

Como se copulasse o sofrimento

Dando luz a podridão incontida

 

Das vezes que perco fé no ser

Quando encontro a prole devassa

Esfaqueando almas transigentes.

 

Alimentando-se da infelicidade alheia

Como o monstro que crianças temem

E ingênuos pensam estar na imaginação.

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